
sábado, 26 de julho de 2008
Coral Paulo Siqueira na Capela Santo Antônio
Nesta sexta-feira, dia 26, o coral Paulo Siqueira mostrou suas vozes à platéia da Capela Santo Antônio. Para anunciá-los, o secretário de cultura, Geraldo Lafayette, relembrou de Paulo Siqueira em festas no bairro São João. "É com muito prazer que convido este coral. Recordo-me, que quando jovem, já chamava Paulo para encantar os convidados de festas que eu produzia no bairro em que nasci, o São João. E agora passados os anos, ele não está mais na prefeitura, mas tem este grupo talentoso", afirmou o secretário.O mestre de cerimônia Francesco, fala sobre o bem imaterial que são os corais da cidade. "Em se tratando de música, de canto, Conselheiro Lafaiete, tem um legado a ser pesquisado e difundido a fim de manter esta arte viva. A Semana Clássica incentivou os artistas exporem seu trabalho e promoveu um intercâmbio entre grupos da cidade e região", enfatizou o Francesco.
Paulo Siqueira é uma das quinze equipes que compõem o Movimento Coral de Conselheiro Lafaiete. O pianista é quem denomina o Coral. Ele apresentou doze peças, todas anunciadas pela voz do locutor e cantor Aloísio Guimarães, membro do coro.
No domingo, a partir das 20h, estão todos convidados para a Noite de Seresta no Teatro Municipal.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Estréia do Coral Madrigal Roda Viva infanto-juvenil e Lançamento do X festival de Corais
O Coral Madrigal Roda Viva infanto-juvenil se apresentou com o coral adulto da mesma associação, nesta sexta-feira na Capela Santo Antônio. "Este aqui é o nosso sonho. É a primeira vez que nosso coro infanto canta em público", confidenciou o maestro regente da noite, Geraldo Vasconcelos, ao anunciar os jovens cantores.Antes de convidar o coral, os convidados assistiram a um vídeo mostrando as atividades do Festival Internacional de Corais. Seu início será no fim de outubro. Ele contará com equipes de várias cidades como São João Del'Rey, Congonhas, quinze corais lafaietenses e de Portugal, Argentina e Hungria. Destes países, ainda se espera confirmação.
Geraldo Vasconcelos aproveitou a oportunidade para avisar de uma nova empreitada na cidade. "Toda segunda sexta-feira do mês, a partir de setembro haverá audição clássica e gratuita nesta capela. Este lugar é acolhedor e este tipo de arte se tornará mais comum em Conselheiro Lafaiete", profetizou o maestro.
André Zebral explicou, entre uma canção e outra, a gênese do coro à platéia. "O coro é o mais antigo entre os grandes agentes sonoros coletivos. Antigos documentos do Egito e Mesopotâmia revelam-nos a existência de uma prática coral ligada aos cultos religiosos e às danças sagradas", disse Zebral.
Dentre as canções executadas pelo Madrigal Roda Viva, uma contou com a participação de percussionistas do grupo Frutos da África. Ela mesclava louvor e batuques.O coral encerrou seu espetáculo com a Nona sinfonia de Beethoven e foi aplaudido de pé pelos observadores.
Após a execução da música-tema do 10º Encanta Lafaiete, o diretor da Casa de Cultura e presidente da associação Cultural Madrigal roda Viva, Luiz Otávio, proferiu palavras para legalizar o lançamento do festival. "Como a poesia, a música retrata os estados da alma e as ondulações do coração. Concretiza os pensamentos invisíveis e descreve o que há de mais belo nos desejos e sensações do corpo", conclui Luiz Otávio.
No sábado, dia 26, a população poderá presenciar as vozes do Coral Paulo Siqueira na Capela Santo Antônio, a partir das 20h.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Noite do coral Jovens a Mais Tempo e Escola Queluziana de Violas
Nesta quinta-feira, dia 24 de julho, o Coral Jovens a Mais Tempo e os alunos da Escola Queluziana de Violas executaram suas músicas para o público. Todos os dias, desde segunda-feira, dia 21, a Capela de Santo Antônio abriu suas portas para acolher cantores, músicos clássicos e convidados. O primeiro grupo da noite, foi o Coral Jovem a Mais Tempo. Eles apresentaram duas peças sob a regência de Geraldo Vasconcelos.
Para enaltecer a cultura de Conselheiro Lafaiete, o diretor da Casa de Cultura, Luiz Otávio, falou da importância das violas da cidade antes de anunciar a Escola Queluziana de Violas. "Desde o século XV, as violas eram utilizadas, em larga escala, em jograis e cantares trovadorescos em Portugal. A viola artesanal de Queluz ganhou fama nacional e internacional por meio de duas famílias de Queluz de Minas, atual Conselheiro Lafaiete, os Meirelles e os Salgado. Estas famílias, repassaram a arte por gerações e até meados do século passado, ainda fabricavam violas", discorreu o diretor. A viola confeccionada em Queluz de Minas era valorizada nesta categoria de instrumento, assim como a marca Stradivarius é relacionada ao violino.
Dispostos no altar, os violeiros entoaram seis canções. Para fechar o espetáculo da noite, Vinícius Chaves Corrêa, tocou em seu acordeom, um tango argentino. O músico é autodidata e há pouco tempo está com os violeiros. "Aprendi a tocar, sozinho, aos 12 anos de idade. Trabalho a convite de outras bandas sertanejas, com este grupo estou apenas há um mês. Este tipo de festival é muito bom para a cidade que pode assistir a grupos diferentes, gratuitamente e para nós artistas, pois podemos mostrar nosso trabalho", afirmou Vínícius.
A professora Daniella Cordeiro escolheu as violas por causa da tradição. "Sou natural de Congonhas e trabalho aqui, em Lafaiete, há um ano e três meses, lecionando na Escola Queluziana de Violas. Estudei música na Universidade Federal de Minas Gerais e tive como projeto trabalhar com música caipira aqui por tratar-se de berço das violas renomadas de Queluz", explicou a professora dos violeiros.
Daniella Cordeiro falou sobre a importância da Semana Clássica. "Este tipo de atividade valoriza e promove a cultura local. Mais pessoas passam a conhecer artes próximas a elas que não ficam à mostra, normalmente."
A professora ainda disse contar com 20 pessoas em seu grupo e que em agosto abrirá mais vagas para a escola. " Nossas reuniões são semanais, toda quarta, das 14h às 17h, na sede da Banda dos Aposentados. Músicos que quiserem se unir a nós, as portas estão abertas. Para quem não sabe e se interessa em aprender a tocar, também estamos disponíveis a partir do próximo mês", anunciou.
Na sexta-feira, dia 25, os grupos agendados para a audição na Capela Santo Antônio, a partir das 20h, são Madrigal Roda Viva e Madrigal Roda Viva Infanto-Juvenil. Eles lançarão, oficialmente, o 10º Encanta Lafaiete, um festival internacional de Corais.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Primeira apresentação da Banda Sinfônica de Queluz

A Banda Sinfônica de Queluz apresentou-se ao público, pela primeira vez, na Capela Santo Antônio. O grupo havia ensaiado três peças para o dia, no entanto, o regente José Dioníso de Almeida propôs mais duas músicas, sendo a última de sua autoria, para a apreciação dos convidados. Integrante da Associação Artística e Cultural Madrigal Roda Viva, Dáfne explicou à platéia a origem da denominação "Banda Sinfônica". "As bandas militares ou civis, quando chegam ao seu máximo desenvolvimento, denominam-se, às vezes, Banda Sinfônica, caso em que incorporam oboés, fagotes, vários gêneros de clarineta, adicionando, ainda, cordas como violões, violoncelos, violinos, contrabaixos e vasta percussão: tímpanos, gongo ou tan-tan, buzinas e reco-reco", proferiu Dáfne.
A Banda Sinfônica de Queluz possui em sua formação músicos de várias partes e grupos da cidade. "Este é um sonho que realizamos. Ensaiamos três vezes antes desta apresentação, a primeira da nossa banda. Sou membro-fundador da Banda dos Aposentados Campo Alegre dos Carijós e Maestro da Banda Racional Universo em Desencanto da cidade. Percorri Lafaiete atrás de pessoas que quisessem unir e participar da nossa banda sinfônica. Mostramos o resultado aqui na Capela Santo Antônio", afirmou o regente da banda.
José Dionísio de Almeida também é professor de música, compositor, ensina vários instrumentos e trabalha com música no Colégio Santa Rita - Fasar.
Na quinta-feira, dia 24, o grupo convidado para dar seqüência as atividades da Semana Clássica será Coral Jovens a Mais Tempo e alunos da Escola Queluziana de Violas. A partir das 20h na Capela Santo Antônio.
Números do IX FACE
O 9º FACE terminou no domingo, dia 20. Foram dez dias de espetáculos. Dentre eles, os circenses na lona do Circo Vitória e peças teatrais na Casa do Teatro, nas praças Tiradentes e Chiquito Furtado, na quadra do Clube Carijós e no Teatro Municipal. De acordo com o balanço feito pela coordenação do FACE, Conselheiro Lafaiete recebeu cinco companhias de circo e 46 grupos de teatro. Cerca de 600 artistas passaram pela cidade, vindos de 38 cidades e dos seis estados participantes, a saber: São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Pernambuco.Além das apresentações públicas, os artistas desfrutaram de sete dias de laboratórios com o tema Tudo a Fazer onde discutiam e socializavam o como fazer teatro.
Os diretores de cultura de Governador Valadares-MG e Anchieta-ES estiveram presentes com suas respectivas delegações de artistas.
O Festival de Artes Cênicas de Conselheiro Lafaiete promoveu em mais uma de suas nove edições, a arrecadação de alimentos. O ingresso à cada peça era um quilo de alimento não perecível por pessoa. No entanto, esta troca não foi obrigatória. Este ano a meta estipulada era de cinco mil quilos de alimentos. A coordenação contabilizou o total de 2.800 kg arrecadados.
Os promotores do FACE não se tomaram por satisfeitos com este número. Eles pretendiam ultrapassar os cinco mil quilos de alimentos. Mas, no entanto, estão contentes por levarem cerca de 20 mil pessoas ao teatro. O mantimento angariado será doado à Central de Solidariedade de Conselheiro Lafaiete por meio da Secretaria de Assistência Social, para ser distribuído à comunidade carente, ainda nesta semana.
Apresentações Clássicas na Capela Santo Antônio
Na terça-feira, dia 22, Mário e seus Amigos se apresentaram à população sob a regência do maestro Herculano Amâncio. Eles executaram duas peças, uma popular, O Trem, de Raul Seixas e um sacro. O pianista Heitor acompanhou a cantora lírica, Bianca em duas músicas, uma espanhola e Ave Maria. Logo em seguida, o Coral do Pequeri, de Congonhas, entre vozes e instrumentos clássicos executaram músicas, tendo o maestro Geraldo Juliano em seu comando.A historiadora Mauricéia Ferreira Maia, ao apresentar as peças, explicou a origem da música sacra. "Esta música veio das catacumbas, onde os cristãos, perseguidos se reuniam. Eles só tiveram paz quando o imperador Constantino tomou o Cristianismo como religião oficial de Roma", afirmou a historiadora.
Desde segunda-feira, a capela Santo Antônio recebe grupos clássicos a partir das 20h. A entrada é franca. A iniciativa de a população ter este tipo de diversão, partiu da Secretaria de Cultura, Lazer e Turismo de Conselheiro Lafaiete e do grupo Madrigal Roda Viva.
A Semana Clássica (21 a 27 de julho) constitui uma etapa do III Festival de Inverno de Conselheiro Lafaiete. O último dia deste evento será dia 27 de julho no Teatro Municipal com a noite da seresta.
Hoje a Banda Sinfônica se apresenta na capela Santo Antônio.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Primeiro dia da Semana Clássica
O Coral Santa Mônica e o grupo Frutos da África se apresentaram na Capela Santo Antônio, no primeiro dia da Semana Clássica do III Festival de Inverno de Conselheiro Lafaiete. Ambos possuem sede no bairro São João. O público presente participou das músicas com palmas e ovacionaram fervorosamente os artistas. O regente convidado para auxiliar os cantores foi Geraldo Vasconcelos. "A cidade não possui muitos regentes. Quando novos grupos surgem, de fato, é necessário buscar ajuda com quem é mais experiente. Trabalho aqui há mais de treze anos", confidenciou Vasconcelos. O Coral santa Mônica existe desde 1982 e pertence à Paróquia de São João Batista. "Somos 30 pessoas. Hoje, apenas a metade participou. Pertenço à equipe há 23 anos. Ensaiamos na casa da minha mãe e cantamos em outras cidades. Geralmente em igrejas e casamentos, mas também fazemos eventos culturais e serestas", afirmou uma das coordenadoras do grupo, Conceição da Silva Morais. Ela dirige o Santa Mônica com mais duas pessoas: Valter Antonino e Fátima Aparecida.
Frutos da África é um movimento negro atuante em Conselheiro Lafaiete há 15 anos. Ele estreou como coral hoje. "Nosso forte é a dança afro. Trabalhamos com compositores negros e produzimos nossa própria música. Agora investiremos no coral, esta foi a nossa primeira vez cantando ao público", disse Cláudia Claret. Ela e sua irmã, Maria Raimunda, estão à frente da equipe. Filhas do finado congadeiro da cidade, Agostinho Balbino, nasceram e cresceram no meio do Congado.
Para quem se interessa por este tipo de corrente, pode se inscrever para participar do grupo. "Aceitamos membros novos, independente da etnia, pois há um pouquinho de negro em cada um de nós", afirmou Maria Raimunda. O contato do Frutos da Terra é 3762-1971 ou 3762-0254.
Semana Clássica começa hoje

De hoje, 21 de julho até o dia 27, domingo, as portas da Capela de Santo Antônio ficarão abertas para a Semana Clássica. Este período contará com corais, música erudita e noite de seresta.
As atrações, todos os dias, se iniciarão a partir das 20h.
O primeiro a se apresentar, na Capela, é o coral infantil Vozes de Deus, Grupo Frutos da África. Eles oficializarão a abertura das atividades eruditas do III FICO Lá.
Domingo, teatro e premiação do 9º FACE
O último dia do 9º FACE começou com uma carreata pela manhã. A população lafaietense presenciou quatro espetáculos antes da premiação. O primeiro a se apresentar foi o grupo teatral Solares da cidade Santa Luzia. A Praça do Cristo serviu de palco para o Auto do Boi. Chapeuzinho Vermelho da companhia teatral Argumento prendeu a atenção das crianças com os atores e o palco detalhadamente decorado no Teatro Municipal. A Máquina de Fazer Brinquedos da Trupe Teatral Pitaco, de Governador Valadares lotou a Casa do Teatro. Para findar as apresentações do dia, O Moço que Casou com Mulher Braba, do Grupo Rerigtiba de Anchieta, Espírito Santo se mostrou ao público.PREMIAÇÃO
A premiação do 9º FACE contou com as delegações de artistas em clima de festa. Em seu discurso de encerramento, o secretário de cultura, lazer e turismo de Conselheiro Lafaiete, Geraldo Lafayette, comentou o quanto este festival cresceu e é importante para a cidade. "Nos primeiros anos, havia poucos recursos para realizar o FACE. Nesta nona edição, percebemos seu progresso. Antes apenas os atores se assistiam. Hoje podemos ver que o lafaietense comparece. Todos os espetáculos tiveram casa cheia e filas extensas para assisti-los", afirmou o secretário.
A ornamentação do palco da quadra do Clube Carijós para abrigar os vencedores do FACE homenageou o circo. Darcília Campos de Rezende entregou a cada ganhador o troféu com seu nome.
Na categoria Nacional, O Manual de Santo Antônio, da cidade Sabará, levou os prêmios de melhor texto original, melhora atriz com Natália Malaquias e melhor ator com Nhan de Andrade.
O grupo da atriz Déborah Soares de Poços de Caldas, conquistou o título de melhor espetáculo adulto. A melhor maquiagem, a melhor direção de rua, o melhor espetáculo de rua e a melhor atriz coadjuvante, Maria Nunes foram de O Vaqueiro que não Sabia Mentir. Em Defesa da Vida recebeu o prêmio de melhor ator com Lucas Pradino. Masculina, Feminino, da Companhia Adauto de Investigação de Ouro Preto angariou os títulos de melhor diretor/adulto, melhor trilha sonora, melhor espetáculo adulto.
O melhor espetáculo infantil ficou com Pé de Poesia, do Grupo Tupam de Patos de Minas. O melhor cenário foi da peça Nem Perdão nem Esquecimento, do Grupo Dois de Teatro e Dança de Belo Horizonte. A Mandrágora apresentou o melhor figurino.
Fábio Sena, diretor e ator do grupo barbacenense Cenarte e de Alfredo Vasconcelos, Meninas Gerais, recebeu os prêmios de melhor diretor/infantil com Quem Roubou o meu Futuro e melhor trilha sonora infantil.
No setor regional os ganhadores foram: Menopausa para Rir, de Conselheiro Lafaiete, com melhor texto original, melhor cenário, melhor direção com Wendell Murylo, melhor ator coadjuvante com Robinson Rodrigues, melhor ator Zé Ávila e melhor espetáculo adulto.
A Construção de Senhora de Oliveira foi agraciada com melhor direção, de Juliana Macedo e melhor trilha sonora.
Procura-se um Romeu recebeu os troféus de melhor maquiagem, melhor atriz coadjuvante com Lúcia Martins e melhora atriz com Deise Costa.
O melhor espetáculo infantil foi pega Ladrão, de Rio Espera, também da diretora Juliana di Conti Macedo. O melhor figurino ficou para Chapeuzinho Vermelho, de Cristiano Otoni. Melhores diretores de espetáculo adulto foram Antônio Apolinário e Débora Fariada Cia. Adauto de Teatro, de Ouro Preto.
Confira as fotos da premiação na nossa Galeria de Fotos.
Sábado agitado no 9º FACE

Os seguidores e produtores do festival presenciaram oito espetáculos e uma festa em homenagem ao circo. Atores e diretores participaram da oficina Tudo a Fazer, lema do FACE este ano, às 9h. O primeiro espetáculo, Pé de Poesia, do Grupo Tupam de Patos de Minas, levou a criançada para a quadra do Clube Carijós. O espetáculo infantil contou com a participação dos espectadores para formar um pé de palavras com expressões dividas entre as pessoas, antes de começar a encenar. Na hora seguinte, todos rumaram ao Teatro Municipal para assistirem à peça infantil, A Dama e o Vagabundo. O grupo Atrás do Palco de Governador Valadares, apresentou-se com casa cheia, a tradicional história do cachorro vira-lata apaixonado por uma bela cadela com pedigree.
Ao saírem do Teatro e ao passarem pela praça, os populares conferiram O Vaqueiro que não Sabia Mentir. A namorada de Chico, o vaqueiro que não mentia, pediu para ele matar o boi de estimação de seu patrão. No entanto ele se atrapalha por não fingir direito. O Grupo Cutucurim de Angra dos Reis comemorou seus 20 anos, mostrando sua arte em locais públicos de Conselheiro Lafaiete. "Tivemos a idéia de montar um conto popular para ser encenado nas ruas. Esta história pura mostra um Brasil cheio de lendas. Comemoramos nossos 20 anos democraticamente, na praça", contou a diretora do espetáculo Michelle Cabral.
Novamente, à quadra do Clube Carijós, as pessoas assistiram à comedia Fuxico do Grupo Teatral Reflexus de Governador Valadares. Às 19h, no Teatro Municipal, o drama, Crônica do Passarinheiro, foi encenado pela Trupe Teatral Bem Aventurados do Teatro Ribeirão das Neves. O grupo do norte de Minas, promoveu um espetáculo literário. Eles mostraram O Caminho das Águas. Eles são de Buritizeiro.
Mulher: Feminino Plural atraiu grande público à Casa do Teatro, às 21h. O grupo Mania de Quatro/M4 é de Duque de Caxias, Rio de Janeiro.
O Grupo Tupam apresentou outra peça no dia. O Submarino levou espectadores para o Teatro Municipal para assistirem à última obra teatral da noite.
Sábado terminou com a confraternização na Casa do Teatro. Os convidados deveriam se fantasiar de artistas de circo para o baile.
domingo, 20 de julho de 2008
Peças e Miss Drag FACE Queen na sexta-feira

Sexta-feira, dia 18, foi permeada de atrações para a população. O primeiro espetáculo do dia, O Fantasma da Máscara, do Grupo Experimental Procênio, levou muitas crianças ao Teatro Municipal para desvendar seu mistério. Saindo do teatro e dando uma paradinha na Praça Tiradentes, populares conferiram o trabalho da companhia teatral Núcleo Cultural Brasil é Arte de São Del'Rey, com a peça Fragmentos. Os atores apresentaram partes de ídolos brasileiros como Cazuza, por meio de analogias. "Usamos o progresso do vinil para o CD para demonstrar como os artistas também são substituídos por novas tendências. Fizemos um trabalho com bonecos de museu para dar vida a cada personalidade representada", afirmou o diretor José Domingos de Souza.
Um Causo e uma Café, um Dedim de Prosa com Maizé, uma comédia que, contou as atividades rotineiras de uma matuta enquanto ela conversava com seu amigo, que não abria a boca nem um segundo. A platéia da Casa do Teatro se mesclou em jovens, crianças e adultos para assisti-la.
O Manual de Santo Antônio abriu a seqüência de peças da noite. Uma comédia de Sabará, do grupo de Teatro e Circo Pirulinga, arrancou gargalhadas no público. No meio da peça o ator finge não querer mais encenar e xinga sua parceira de cena. Masculina e Feminino, um monólogo, repleto de sons produzidos pelos próprios atores, encantou e surpreendeu os espectadores com a sonoplastia impecável e com a incerteza de os atores serem homens ou mulheres. Eles são da Cia. Adauto de Investigação de Ouro Preto.
A última apresentação da noite ficou por conta de A Mandrágora, do Grupo Teatral Entre Actos de Ipatinga. Os atores desenrolaram uma história em que um casal não conseguia ter filhos e tentaram um, por meio da crença que a mandrágora é uma planta que ajuda na fertilidade.
O concurso Miss Drag e FACE Queen encerrou a noite. Convidados e concorrentes se reuniram na Boate Le Trou para o desfile das beldades. Susan recebeu a coroa e faixa de Miss deste ano.
Confira as fotos da festa e das peças em nossa galeria de fotos.
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